Pecuaristas americanos pedem proibição do termo “carne” para carnes desenvolvidas em laboratório


Diversas empresas vem desenvolvendo produtos cultivados em laboratório que não demandam crueldade, entre eles carne, que vem sendo chamada “clean meat”, termo que em português significa carne limpa.

Como tentativa de esmagar a potencial concorrência desta nova indústria, que vem crescendo rapidamente, representantes da indústria pecuária pediram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que proíba que os produtos de carne cultivados em laboratório sejam rotulados como carne.

A petição enviada à USDA é assinada por membros da United States Cattlemen’s Association (USCA), em português Associação de Criadores de Gado dos Estados Unidos, tem 15 páginas e argumenta em relação à carne limpa: “Esses produtos, que não são derivados de animais nascidos, criados e colhidos de maneira tradicional, não devem ser comercializados como “carne bovina” ou, mais amplamente, como “carne”.

A medida desesperada soa como censura haja vista que a carne desenvolvida em laboratório tem o mesmo material da carne animal.

Para ler a petição em inglês clique aqui.

 

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